quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Ai que furada

Na academia notei umas agulhinhas na orelha de uma menina e resolvi perguntar se ela fazia acupuntura.
- "Pra que?" - eu.
- "Ahhhhhhh, faço pra tendinite, pra dor nas costas, TPM, inchaço, dor de cabeça, intestino preso. Mas também é muito bom pra emagrecer e culote grande.....desincha, sabe!" - diz a moça de orelha furada.
- "Ahhhhhh, mas e pra quem quer fazer pra uma coisa só? Eu tenho muita insônia....." - penso e falo.
- "Ahhhhhh, daí já não sei. Funciona pra tudo, mas pra uma coisa só !?!" - responde ela.
"Melhor não arriscar, né! Vai que melhora outras coisas!!!!" - penso eu.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Gosto disso agora

Eu já gostei mais da Vanessa, mas amo flor e Paraty. No mais, tô gostando desta música agora...hehe...


Certeza de que?

Direto do hospital, que hoje em dia mais parece um hotel 5 estrelas, resolvi postar minha revolta contra a certitude. Como as pessoas podem ter tanta certeza que vai dar tudo certo?
Estou acompanhando minha mãe numa cirurgia (simples) e é claro que estamos torcendo pra que corra tudo bem. Momentos antes da cirurgia eu mesma disse pra ela ficar tranquila que tudo ia dar certo.
Minha indignação não é contra o positivismo nestas ocasiões. Mas contra um certa "tendência" da medicina, que acha que pode aplacar qualquer sofrimento, inclusive psíquico, com técnicas de exames elaborados e medicamentos de última geração.
Neste final de semana estive num simpósio em que um dos conferencistas, o psicanalista Durval Mazzei Nogueira Filho, definiu muito bem esta tentativa: " A má psiquiatria cria um apego aos significados que impede o sujeito de falar em nome próprio."
E é  de pessoas que falem  mais por si mesmas que precisa nossa sociedade, que digam de  suas alegrias, mas também de suas dores e angústias, sejamos mais normais. Voilà!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Fala o que quer...

Eu no meu carro e minha tia  e vem uma Sra.,  pede pra baixar o vidro e um minuto da minha atenção.
Queria ela, me deixar um bom dia e uma publicação para que eu lesse quando tivesse um tempo para pensar em Deus.
Primeiro arregalo de olho (dela): "Não acredito em Deus." - digo eu.
"E você faz o que, moça?" - pergunta. "Sou psicóloga" - respondo.
"E você não gosta que as pessoas acreditem em você?" - ela com o olho ainda arregalado.
"Não necessariamente!" - retruco.
Terceiro arregalo de olho (dela) e apontamento de dedo (dela pra mim): "Olha aqui mocinha, da próxima vez, pense quem é que te dá o ar pra respirar?!?"
E saio eu e minha santa tia, (ela) tentando se esconder atrás da bolsa e o carro morre e demora para pegar.
"Ai meu Deus, só me faltava essa!" - eu.
"Ave Maria, esse carro resolveu não pegar logo agora...." - minha tia.
As duas atrasadas,  quase fizemos uma promessa para que o carro ligasse e chegássemos logo ao nosso abençoado trabalho. O carro logo pega, Graças à Deus!

Ta douleur


Sabe quando a gente perde o fio, ou não acha o fio. Ultimamente acho até que estou com a pontinha na mão....mas, e se ela escapar? Se não for o fio, sabe quando a gente não acha a ponta no rolo de durex?
Nesses momentos eu queria ser meio Camille, ficar pelada, me descabelar, ou pelo menos saber cantar. Já ajudaria!


Não dá pra incorporar, mas vá atrás!